quinta-feira, 26 de julho de 2007

Bring us to Life

Estamos vivendo um tempo crítico em nosso país, a bruxa está solta, tudo que encontramos é ruim, corrupção no congresso nacional, crise da aviação, violência, fome, miséria, estamos em uma época de achismos e pseudo-intelectuais, está triste viver nesse nosso Brasil, acredito que devo estar deprimido ao exagero, no entanto, não estou agüentando olhar pra tantas maleficências, sem me sentir assim, revoltado, deprimido, irritado etc., etc.
Em um país em que a educação piora diariamente. Onde as crianças são ensinadas a serem medíocres, e a não darem a mínima pra isso. Onde a imprensa desaprendeu o significado do jornalismo, e trata o povo apenas como consumidores. Onde povo aprende a aclamar corruptos, idolatrar bandidos, glorificar assassinos e ignorar o direito sagrado de serem felizes.
Sinto uma nostalgia reprimida de nossa Ditadura Militar, não pela situação política vivida e nem pela falta de liberdade existente na época, não sinto falta da violência contra nossa liberdade, pois quem me conhece sabe que é a “coisa” que mais primo na vida, mais do que a própria vida, no entanto, sinto falta das atitudes populares, dos revolucionários, da não passividade, do apelo a não mediocridade, da luta pela justiça. Vivo em um país abandonado, e em uma cidade perdida, sei que existem problemas em todos os lugares do mundo, mas o Brasil é o lugar onde vivo, onde tenho família e pretendia passar minha vida.
O povo brasileiro esta tendo overdoses de tristeza, quero acreditar que seja por isso que está tão passivo. Em um país onde só vejo movimentos populares quando um time de futebol perde os jogos, não consigo ter mais esperanças em nada. Estou fadigado de ser pertencente à minoritária classe que vive a “dar murros em pontas de facas”, não estou mais tendo forças pra gritar pedindo que os demais acordem e que nos ajudem, ajudem a honrar o “progresso” em nossa Bandeira, a salvar o Brasil do desfiladeiro, boicotando, protestando, gritando, se fazendo ouvir, precisamos nos salvar, porque ninguém, em nenhum outro lugar do mundo vai fazer isso por nós.
O apelo é Brasil ame-o ou deixe-o, acredito que chegamos ao momento da decisão, ou lutamos pela melhoria de nossas vidas e de nosso país, ou o último a sair apague a luz do aeroporto, isso caso o vôo não seja cancelado.
“Todos os dias quando acordo não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo, tenho todo tempo do mundo”.
Sem inspiração novamente, na minha atual situação isso tem sido uma constante, estou aqui sentado na frente de meu computador e resolvi escrever para poder, quem sabe, resolver meus bloqueios para com a escrita. Em algum momento, creio eu, isso irá se resolver e voltarei a escrever tão bem quanto já escrevi um dia. Procuro analisar o que pode ter acontecido, o porque hoje tenho essa enorme dificuldade pra escrever, antigamente escrevia sobre qualquer coisa e a redação era boa, não entendo o que pode ter me acontecido. Talvez tenha sido uma cadeia de acontecimentos que tenham me deixada assim, artigos que escrevi e que depois me custaram feridas irreparáveis. Talvez sejam as pequenas pedras que encontrei nesses vinte e poucos anos de vida, pedras que pra mim, feriram muito e que não me cabe aqui enumera-las.
Lembro-me que sabia décor poemas de Vinicius, Pessoa, Drummond, mas hoje não consigo nem sequer lembrar de canções da Legião Urbana.
Há um ditado que diz que não devemos nos apegar as coisas materiais do mundo. Concordo totalmente com esse ditado, no entanto, me preocupa mais o fato de não podermos nos apegar as pessoas, aos seres humanos.
Gosto de estudar na porque UNEMAT ela me transmite uma pseudotranqüilidade, simula-me dentro de um mundo onde todos são iguais, não existem classes sociais, negros, brancos, para mim todos são colegas de faculdade, pelo menos naquele pequeno intervalo de tempo em que me encontro na universidade, eu me esqueço que fora dela as pessoas não se respeitam, esqueço que o mundo apodrece a cada dia que passa e nós pobres mortais apodrecemos juntamente com ele. Tudo no mundo é lindo, menos as pessoas.
Não sei em que confiar, não consigo confiar nem em mim mesmo e estou mais perdido do que “Alice” jamais esteve.

Pão e Circo

Panis et Circenses, pão e circo em português era o que os imperadores romanos usavam para iludir seu povo e simular um bom governo sem crises políticas e problemas sociais. Gladiadores eram usados para proporcionar a diversão, escravos romanos tentando sobreviver numa luta de vida e morte assistida por um grande público clamando por sangue, o pão era distribuído aos espectadores durante os torneios sangrentos. Séculos depois imperadores deixaram de lado os gladiadores e crucificavam pessoas para engodar a sociedade e fingir uma justiça que nunca existira. Caminhando um pouco mais à frente na história vimos à igreja católica queimar bruxas, mulheres com ideais a frente do tempo dos ditos “cristãos”, proporcionando mais e mais diversão, nunca trabalhando realmente em pro da sociedade, séculos se passaram e chegamos nesse grande país chamado Brasil e infelizmente nada mudou, o governo continua nos proporcionando pão e circo, exemplo disso foi à campanha “fome zero” em 2002, que pedia que o povo doasse alimentos para colaborar com o engodo presidencial, evidente que a campanha não deu muito certo, já que o brasileiro não tem comida para si mesmo, quiçá para os outros, tempo passa e outras campanhas semelhantes a essa surgem e o país continua na mesma situação, não bastante o descaso os meses passam e explode o maior dos espetáculos da terra, o MENSALÃO, dias e dias onde não se podia ver mais nada nos noticiários, além é claro de um grande circo composto de deputados e senadores da República Federativa do Brasil e como em todo bom Circo o espetáculo acabou em risos e gargalhadas, pois os brasileiros mais uma vez foram feitos de palhaços em um grande picadeiro.
Em fim chegamos no ano de 2006, ano de copa do mundo, ano em que o Brasil esquece de todos os problemas sociais em que vive, ano em que o governo aproveita esse fator para usar e usar da maquina administrativa, malas e malas de dinheiro são desviadas, obras são superfaturadas, caixas dois são criados e usados em campanhas político partidárias, e na imprensa brasileira tudo que se vê é futebol, a paixão do brasileiro, um evento que faz com que o esse povo desperte sentimentos de patriotismo e orgulho, um patriotismo do futebol, onde o que se ama não é a bandeira ou a nação, mas sim os craques da seleção brasileira. Creio que a copa do mundo deva criar casas para os desabrigados, proporcionar alimentos para os famintos, justiça para os desamparados, porque durante todo o tempo em que a seleção brasileira está em um campo de futebol, o brasileiro se sente mais brasileiro, se sente orgulhoso de ter nascido nesse país tropical, esquece tudo que sofreu até hoje dos seus governantes, quisera ter esse amor à pátria todos os anos, defender o país, lutar pra que ele melhore, transferir essa paixão pelo futebol, esse grito de gol, por um grito de luta por uma imprensa imparcial, por uma justiça realmente justa, por políticos descentes, em fim, por um país melhor.

Família

Nesses últimos dias fiquei refletindo o porque desse descaso de nossas famílias, porque ao mesmo tempo em que ela nos ajuda tanto, ela nos machuca tanto, sempre por causa de coisas tão pequenas, como dói saber que o mundo é tão mesquinho, tão egoísta, que as pessoas esquecem de se preocupar com os sentimentos dos outros. Em tão pouco tempo vivi experiências que ficarão na minha memória por um bom tempo, pessoas que moram no meu coração por anos, pessoas que se foram e que a dor dessa perda machuca muito, no entanto compreendo que seja assim que as coisas são, embora injustas, as coisas são assim, ao mesmo tempo pessoas maravilhosas quebram barreiras e enfrentam a tudo e a todos, provando seu valor. Pessoas que sabem lutar por aquilo que acreditam ser certo, que independente dos que os outros venham a pensar lutam por seus ideais e vencem barreiras, no entanto esse caminho é longo e doloroso.Queria tanto entender porque desse egoísmo de querer que todos sigam a mesma linha, sejam iguais como maquinas, imagine que mundo chato seria se as pessoas não tivessem defeitos, se as pessoas não pudessem expressar sua maneira de ser, seus ideais, seu gosto pela vida.
Perdas recentes me ratificam o quão curta é a vida, e o tanto que devemos aproveitar ela, só que cada pessoa aproveita sua vida da maneira que acha correta, mesmo não sendo talvez a maneira aceita pelos demais. Compreendo também que as famílias querem somente o bem de seus parentes, mas é que às vezes esse querer bem se confunde como o próprio ego, e quando isso ocorre à dor é constante, todo ser humano sabe que a maior dor é aquela que machuca por dentro, que feri na alma, que te faz chorar sem motivo aparente para os outros, mas mesmo assim, todos tendo o mesmo entendimento, parece que é mais fácil ignorar o que acontece e passar por cima dessa dor.
Faz muitos anos que não escrevia algo valioso, pelo menos para mim, mas essa semana me fez ter recordações e descobertas que me alegram, mas que também me entristecem, infelizmente preciso ser vago no discurso, até pra não ferir ninguém, pois é justamente o que estou pedindo que não ocorra, sei também que muitas das pessoas envolvidas nesse processo pelo qual passei, nunca terão acesso a esse texto, mas me senti na obrigação de escrevê-lo, pois me aliviou o coração.
Amo demais meu familiares, alguns de uma maneira mais forte do que os outros, mas tenho certeza que com todos são assim, mesmo que hipócritas digam que não. O amor é o sentimento mais belo do mundo, e mesmo assim o mais difícil de se encontrar verdadeiramente. Todos vivem a vida em busca desse sentimento, mas por incrível que possa parecer, poucos o tem verdadeiramente.
Todos tomamos decisões que nos afetam fortemente, não decisões financeiras ou profissionais, pois essas, penso em mim, ter pouco valor, as grandes decisões, as que nos modificam, são as da alma, não a alma de conceito religioso, mas aquela que nos ensina a viver melhor, com mais tolerância e liberdade.
A nossa família provavelmente é única que sempre estará do nosso lado até o fim, embora todos nós morramos sozinhos, percorremos uma vida inteira juntos, e é essa vida somente ela que precisa ser valorizada, pois não sabemos se há outro lado pra ser vivido, então vivamos esse, com muito respeito, amor, carinho e total liberdade de escolha, pois isso nem as religiões mais dogmáticas podem nos amputar. “Mas como causar pode seu favor. Nos corações humanos amizade. Se tão contrário a si é o mesmo Amor?”. (Luís Vaz de Camões)

Catalogo de Erros

Passam-se os anos, estou envelhecendo, sento meu cansado corpo na sala de aula e por mais preparado que seja o professor, o conteúdo me fadiga, fadiga-me pois tenho medo do que estes professores estão criando, o homem precisa ser educado e não é isso que está acontecendo no atual sistema educacional.
Todos os dias eu ligo a tv nos noticiários, as manchetes são sempre as mesmas, revoltas, rebeliões, assassinatos, terrorismo, guerra. O Brasil não está diferente, o país está sitiado, e não é por forças militares, a violência extrapola o nível tolerável, se é que existe um nível tolerável para a violência. Quanto mais leio, vejo, escuto e vivo, mais indignado fico, principalmente por não poder fazer nada para mudar a situação vigente.
O mundo se tornou insano, não me entra na cabeça, como um povo ainda consegue acreditar num “Deus” que permite tanta loucura num mundo que deveria e poderia ser tão belo. Esse puritanismo religioso que proíbe eutanásias e abortos, mas permite que pessoas morram de fome e frio e cresçam complexadas, complexos esses irreparáveis na maioria dos casos. E quem devemos culpar por isso. O presidente, que independentemente de quem seja está de mãos atadas numa sociedade acostumada com o errado. O “Bandido” que certamente foi criado por essa mesma sociedade, ou quem sabe a própria sociedade por acreditar fielmente que está fazendo de tudo ao seu alcance para alterar esse caos. Queria poder ser otimista, no entanto, considero que mesmo reunindo os melhores pensadores do mundo para discutir e encontrar uma solução para a atual situação, creio que nem mesmo eles chegariam a um consenso.
Compreendo agora o porque Renato Russo deixou seus dois últimos discos sem a frase “Força Sempre”. Até mesmo os poetas, os mais otimistas seres do mundo, estão desistindo de lutar. Podemos julgar os suicidas, podemos considerá-los covardes por desistir do mundo. Será que eles não são apenas mais vitimas do caos em que vivemos. Nem mesmo os Árcades, por filosofia, como eu, estão conseguindo usufruir o “Carpe Dien”, os momentos felizes estão a cada dia mais difíceis de alcançar. Nossa sociedade perdeu-se nos monstros de nossa própria criação.
Para fechar gostaria de poder propor uma solução, mas não posso, não a tenho, então terminarei o texto com o trecho de uma carta de Kurt Conbain. "Existe o bom em todos nós e acho que eu simplesmente amo as pessoas demais, tanto que chego a me sentir mal. O triste, o sensível, insatisfeito, pisciano, pequeno homem de Jesus. Por que você simplesmente não aproveita? Eu não sei!"

Pensamentos

Hoje é dia 13 de outubro de 2003, ontem foi um dia interessante, conheci pessoas novas e redescobri que ainda há vida inteligente na terra. Talvez seja melhor eu conceituar o que entendo por inteligência, inteligência pra mim, é saber acima de tudo, ser humano.
Já tenho 20 anos, não sei se posso ou se devo usar o termo “já tenho”, já que muitas pessoas me consideram ainda uma criança, bom isso não vem ao caso, eu não me considero mais uma criança, no entanto ainda não sei o que fazer de minha vida, vejo coisas que me entristecem muito, atitudes que me machucam, enfim coisas que me magoam profundamente.
As vezes paro pra pensar em quem sou eu, aquelas crises existenciais, do tipo – por que vim ao mundo, o que faço, será que estou tomando as atitudes corretas. Particularmente me sinto contaminado pela falsidade que eu tanto desprezo. Quantas vezes já não me vi falando de outras pessoas, analisando-as, quem sou eu para analisa-las.
Esta noite fiquei conversando com minha irmã ao telefone e percebi que todo mundo tem problemas existenciais, não sou o único nesse mundo que sofre por não saber o que fazer da vida, fiquei mais de duas horas ao telefone. E isso me ajudou muito, mas ainda não solucionou os meus problemas existenciais.
É já tenho 20 anos e não sei o fazer, “fiz” dois anos e meio de Direito, “faço” Jornalismo, mas ainda não é isso que eu quero. Mas a questão é saber, o que eu realmente quero? Preciso de ajuda pra responder essa pergunta. Mas não sei onde procurar. Já quis voltar pra casa e retomar meus estudos no curso de direito, no entanto como vou saber se esse é meu curso, se quero termina-lo, ou se somente estou fugindo novamente, fugindo das discussões internas que um dia hão de ter fim e soluções, espero.
A solidão é muito estranha, mesmo sendo tão pontiaguda e deixando cicatrizes horríveis, a gente acaba se acostumando com ela, por que é tão mais fácil escrever do que falar, nunca vou entender.
Acho que estou enlouquecendo, procurando a tão desejada verdade absoluta, no entanto Nietchze dizia que esta verdade não existe, mas, se ela não existe, como vou descobrir as respostas.
Será que largar outro curso seria a solução, não sei, o problema é esse eu não sei de nada. E essas crises pouco a pouco vão matando o que resta do meu conceito de inteligência.
Tenho discussões ferrenhas com meus colegas de Faculdade, esses tempos atrás ganhei uma pseudoinimiga, numa discussão importante, até certo ponto. Ela estava falando que os professores e os alunos são fracos, então num pequeno período de tempo, eu analisei aquela frase, a qual já havia usado várias vezes, e retruquei. “Quem sou eu. Quem é você pra julgar isso. O que eu ou você fazemos pra mudar isso. Absolutamente nada, a gente entra na sala, escuta todas aquelas besteiras sempre quietos, e se for muita besteira, saímos da sala e começamos a criticá-los. Ora, a critica tem ser feita dentro da sala, é lá que temos que desmascarar quem não presta e abrir os olhos de quem presta.”
Não sei se estou certo ou errado, e isso não importa, o que importa é que eu naquele momento descobri que seu estava sendo tão fingido quanto eles.
Qual conceito que um psicólogo faria de mim, será que ele diria que eu estou passando por uma adolescência tardia, ou estou vivendo a crise dos 20, se é que isso existe. Será que ele poderia me ajudar a descobrir as respostas. Já estou a quase duas horas escrevendo coisas sem nenhum nexo causal, isto está me lembrando os filmes de David Lynch, aquele de “Mulholland Drive”, tão estupidamente traduzido como “Cidade dos sonhos”.
Acho que a única coisa que tenho certeza é do amor que sinto por meus pais e o que eles sentem por mim. Fora disso “só sei que nada sei”.

O futuro já começou

Hoje é dia 10 de dezembro de 2005, há dez dias entramos num novo ano, 2004 ficou pra traz como vários e vários anos já ficaram, para mim foi mais um ano de mudanças e de amadurecimento retomei meus estudos, vagarosamente estou pegando gosto pelo curso, é aquele velho chavão com o tempo tudo se ajeita, não me arrependo de nada que fiz, também não me arrependo de nada que disse, pois se disse é porque precisava ser dito e que bom que precisava.
Bom, voltando ao ano novo, uma coisa me preocupa muito, aliás, isso vem me preocupando não é de hoje, e sim de muitos e muitos finais de ano pra cá. A “Major” Rede Globo tem trazido todo fim de ano uma vinheta que nos diz a seguinte frase “O futuro já começou”, engraçado, que futuro é esse, pois não sei quanto a vocês que lêem esse texto, mas eu torço para que ele ainda não tenha começado, não do jeito que está. Nesses últimos anos ditadores subiram ao poder falseando eleições democráticas; atentados têm matando milhares de pessoas no mundo todo, no Brasil mesmo existindo uma campanha contra o desarmamento mais pessoas morrem todos os dias, são assaltadas, estupradas, violentadas, será que esse é o futuro que queremos, ou pior será que ele realmente já começou. Em todo o mundo pessoas vivem com medo, medo de sair fazer compras e serem assaltadas, medo de deixar suas residências sozinhas a mercê de ladrões, medo de serem vitimas de atentados terroristas, medo de morrer, medo de viver, medo, medo e mais medo. Bom, não é esse o futuro que eu quero, é o futuro que você quer?
Os Estados Unidos nos últimos Cinco anos vem cultivando o medo nas pessoas, esse é o plano de Governo do Ditador Bush que tem se mostrado um brilhante terrorista no decorrer desses anos, invadindo paises e matando pessoas por causa de dinheiro. Na minha humilde opinião isso é ato terrorista, vejam se não estou com razão. A palavra terrorismo segundo o dicionário significa um “Sistema de governar pelo terror e com medidas violentas; Atos de violência praticados contra um governo, uma classe ou mesmo contra a população anônima, como forma de pressão visando determinado objetivo; Forma violenta de luta política com que se intimida o adversário; Modo de impor a vontade por meio da violência e do terror”. Se não for isso o que o Chefe maior da grande “Land of the Freedom” está fazendo, então na minha enorme ignorância não consigo definir o que Mr. Bush está criando, se não Terror e mais Terror. Entristeceu-me muito saber que mesmo fazendo tudo isso que citei, o estúpido Imperador ainda reina, o Terror ainda impera na Grande Potência.
“O futuro já começou, hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa”. Não tenho o que comemorar, apenas devo concluir que a festa é de quem quiser, quiser continuar sofrendo por capricho do pior imperador que já tivemos nos últimos 100 anos, o imperador capitalista, aquele que comete seus devaneios por dinheiro e não por ideais. O pior tipo de ser humano que o mundo teve o desprazer de conhecer.